Y sigo viviendo;
Consumiendo mis pensamientos en el tiempo de tu deseo y tu Poder...
Y sigo siendo el mismo angelito dulce;
- Tan huerfano;
- Tan solo...
Com la alma llena de um vacio que...
Que duele;
Que carcome mis huesos...
Que me deja sin gloria;
...Y sigo viviendo;
En la bruma;
En el Pais de las Maravilhas...
Sou hoy Gran Vizir;
- Um Quijote enamorado;
- Dulcinéiaaaa dondes estas???
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Dulcinéia dondes estas?
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domingo, 12 de outubro de 2008
Crônicas dos campos de futebol
La mano de Dios
La Mano de Dios, ou a Mão de Deus foi quando Diego Maradona a executou, uma manobra ilícita no futebol (aquele famoso gol com a mão). Um escândalo para inglês ver. O juiz não viu, graças a Deus. Se não o futebol perderia para sempre aquele momento mágico e inesquecível registrado com letras de ouro no grande livro da mitologia futebolística mundial.
Era 1986, no México, e a Argentina eliminava a Inglaterra no mundial que consagraria Maradona como melhor jogador de futebol de todos os tempos e que minha humilde concepção já viu jogar. Depois do final do jogo quando perguntaram a Maradona se ele realmente tinha enfiado a mãozona dele na bola. Diego foi ainda mais genial que jogando com os pés (e mãos) e respondeu com tremenda sutileza: -Fue la mano de Dios. Não poderia estar menos equivocado o argentino, era a mais pura e absoluta verdade e que ninguém duvide. O Deus do futebol (claro que falo de Diego) tinha saltado junto com o mamute do Shilton (goleiro da Inglaterra), três vezes o tamanho de Maradona, com astúcia de gato e mãos de mágico, empurrou a bola para os fundos das redes. Que pecado! Trapaceiro! Diziam muitos (principalmente a imprensa das ilhas da Bretanha).
Mais Deus não peca e, quebrando todas as regras, o Deus do futebol foi perdoado uma única vez. Há sempre o perdão para quem ousa, inventa e cria. O Deus do futebol, Maradona, criou a jogada “La Mano de Dios” para glorificar o jogo mais maravilhoso da terra uma única vez como são as coisas do Absoluto, Eterno e Infinito Universo...
La mano de Dios II
La Mano de Dios virou lenda no imaginário argentino. Faz dois anos antes que Rodrigo morresse, um dos mais populares cantores argentinos, fez a letra e música de um ritmo “bailantero” para homenagear a Maradona. A Mão de Deus se chamou a letra e música que segundo o próprio Diego Maradona foi a que melhor descreve sua personalidade, vida e historia. Em uma das partes da composição reza assim: “Em um potrero forjó uma surda imortal y com experiência y sedienta ambicíon de llegar a jugar. Com los cebollitas debutó y su sueño era um jugar um mundial e llegando al futból de primera para su família ayudar...”, que fala de um garoto que surgiu nos campos de várzea, passou a jogar nos cebollitas (Juvenil do Argentino Juniors) e tinha como sonho jogar um mundial pela sua Seleção.
A música e o ritmo contagiante embalam desde discotecas, bares, bailes, restaurantes e é cantada em muitos estádios do País do Prata. A vida que Maradona sonhou para ele o superou. No entanto para ele mesmo resulta ser uma carga insuportável ser o número um como costuma manifestar a opinião pública em mais de uma oportunidade. Até o momento não surgiu e muitos acreditam pouco possível que surja um melhor ou semelhante ao Don Diego.
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terça-feira, 30 de setembro de 2008
Deputado de Pando denuncia existência de armazenamento de armas para uso contra oposição de Cobija
O deputado Ronald Camargo (Podemos) de oposição ao governo Evo Morales denunciou hoje, em Cobija, ao meio dia de que venezuelanos e cubanos estiveram por trás dos movimentos bélicos na região de Porvenir em Pando onde houve mais de 16 mortes durante enfrentamentos de governistas e opositores nos dias 12 e 13 de setembro.
De acordo com o deputado a perseguição contra os opositores e implacável, e a cada dia aumenta os números de refugiados que procuram se esconder das prisões tidas como arbitrarias na cidade de Brasiléia, no Acre.
Segundo Camargo já seriam mais de 540 bolivianos cadastrados pelo departamento de Policia Federal que estão pedindo refugio político. “De 20 a 30 pessoas diariamente cruzam a fronteira para se refugiar em Brasiléia, e todos os dias estão detendo de quatro a cinco pessoas pelo Exercito”, assegura.
O Estado de Sítio foi decretado pelo Presidente, Evo Morales, em ocasião as brigas entre autonomistas e masistas, partidários do governo atual. A militarização da zona persiste ate hoje, e já obteve o aprisionamento até o senador da República e governador de Pando, Leopoldo Fernandez.
Camargo denunciou ainda o armazenamento de armas vindas de Venezuela na vila de Filadélfia, perto da cidade de Cobija, e que seriam utilizadas para reprimir a oposição a Morales.
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domingo, 28 de setembro de 2008
Te Recuerdo Victor Jara Nos seus 25 anos de morte cresce a sua legenda
Composição: Victor Jara (Chile)
Te recuerdo Amanda
la calle mojada
corriendo a la fabrica donde trabajaba Manuel
La sonrisa ancha, la lluvia en el pelo,
no importaba nada
ibas a encontrarte con el,
con el, con el, con el, con el
Son cinco minutos
la vida es eterna,
en cinco minutos
Suena la sirena,
de vuelta al trabajo
y tu caminando lo iluminas todo
los cinco minutos
te hacen florecer
Te recuerdo Amanda
la calle mojada
corriendo a la fabrica
donde trabajaba Manuel
La sonrisa ancha
la lluvia en el pelo
no importaba nada,
ibas a encontrarte con el,
con el, con el, con el, con el
Que partió a la sierra
que nunca hizo daño,
que partió a la sierra
y en cinco minutos,
quedó destrozado
Suenan las sirenas
de vuelta al trabajo
muchos no volvieron
tampoco Manuel
Te recuerdo Amanda,
la calle mojada
corriendo a la fábrica,
donde trabajaba Manuel.
--------------------------------------------------------
Te Recuerdo Victor Jara Nos seus 25 anos de morte cresce a sua legenda
A data de 11 de setembro de 1973 é uma mancha negra na história da democracia na América Latina. Marca o golpe de estado no Chile, no governo de coalizão socialista, Unidade Popular, de Salvador Allende. Os dias posteriores viriam a denunciar todo a truculência do ditador Pinochet que "assumiu" o governo de linha dura e mandou prender, torturar e até matar os simpatizantes do regime esquerdista. Todos eram detidos e levados para o Estádio Nacional de Santiago.
Durante o desenrolar do golpe militar chileno, o cantor, compositor e músico Victor Jara se encontrava junto com centenas de outros militantes de esquerda, na Escola Politécnica de Santiago, quando foi preso. Levado para o Estádio Nacional, foi identificado por um oficial do exército que, se dirigindo a ele, falou: "Ah ! você é o guitarrista famoso ? Então me acompanhe." Mandou que um soldado lhe trouxesse um facão e dirigindo-se para o lado onde se concentrava o maior número de prisioneiros, decepou as mãos de Victor Jara.
O artista caiu no chão, esvaindo-se em sangue. Em seguida, o militar começou a chutar o corpo de Victor Jara, ordenando que ele cantasse. O trovador chileno levantou-se e, como se estivesse regendo uma orquestra , começou a entoar uma de suas composições. A resistente atitude emocionou os milhares de prisioneiros políticos que o acompanharam cantando até que tombasse morto, no dia 16 de setembro de 1973.
No momento de sua morte, Victor Jara era um cantor muito popular em seu país, um modesto trabalhador da cultura e um entusiasta colaborador do governo de coalizão esquerdista Unidade Popular. Em 1970 apoiou a campanha eleitoral do socialista Salvador Allende e se tornou uma espécie de embaixador cultural do governo, realizando temporadas artísticas, divulgando a música do Chile, dentro e fora do país.
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domingo, 21 de setembro de 2008
Bolívia: O Fim de Algo
Está no Blog do escritor boliviano Edmundo Paz Soldán, um dos mais premiados daquele país e de reconhecimento mundial. Morando atualmente nos Estados Unidos onde é professor universitário, Paz Soldán manifesta sua preocupação com a atualidade de crise na Bolívia, e os sentimento de “feridas incuráveis” brotam de seus escritos. Leia no Blog: www.elboomeran.com/blog/117/edmundo-paz-soldan/
Bolívia: El Fim de Algo
“Hablo con mi hermano Marcelo y lo encuentro compungido. Mi padre me cuenta que la gente está con los ánimos exaltados en Cochabamba; la crisis se ha metido en la cabeza de todos y aparece en los momentos menos pensados, en discusiones con amigos o con la pareja, en insultos al menor motivo. Mi madre me habla del desabastecimiento en los mercados, de que todo cuesta cuatro veces más que hace un par de semanas. A todos les duele el país, no hay palabras para expresar la amargura, la tristeza ante los más de diez muertos en Pando, la violencia desatada en Santa Cruz, en Tarija, en Beni. Son días de furia e intolerancia.
Leo los periódicos bolivianos en internet y me impaciento cuando no los actualizan. Mis amigos y estudiantes me piden que les explique qué es lo que está ocurriendo, y yo los miro sin saber por dónde comenzar. Me siento impotente en la distancia, pero igual, estando allá, ¿qué se puede hacer? No encuentro, en los líderes de las dos Bolivias (porque de eso se trata, en este momento), voluntad para hacer concesiones y encontrar consensos. La terquedad de un lado ha sido respondida con la violencia del otro lado.
En lugar de seguir empeñados en un modelo de victorias y derrotas, quizás sea la hora de aceptar que en Bolivia prima el equilibrio de fuerzas. Quizás ese equilibrio no sea algo malo: el empate no tiene por qué ser catastrófico. El país debería ser más grande que todos nosotros.
¿Se podrá dar un paso atrás y recobrar la sensatez? Muy difícil: hace un buen tiempo que no parecemos estar a la altura de la situación.
Me gustaría ser más optimista, pero creo que hay daños irreversibles.
Sí, es el fin de algo. Bolivia podrá seguir existiendo, pero estas heridas quedarán”
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quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Verdades sobre a crise na Bolívia com guerra de Collas contra Cambas – Por Eduardo Rocco
A Crise na Bolívia não é somente grave, mas complexa. Cheia de matizes e contextos. Primeiro se deve esclarecer que é uma disputa secular entre Cambas e Collas, e que com a subida de Evo Morales ao Poder ficou escarnecida. Para quem não sabe os Cambas são os habitantes das regiões Orientais da Bolívia, mais precisamente, localizados nas estepes Del Beni, Pando e Santa Cruz de La Sierra, e que conviveram em paz com os Collas das regiões de La Paz, Oruro,Sucre e Cochabamba desde o surgimento da República. Porém essa paz acabou e o país fica na eminência de uma guerra civil que fragmentará a nação tida como Andina.
Mas essa situação de rivalidade racial fica até folclórica, quando se imagina que o teor dessa contenda é também a luta contra o centralismo. Diferente do Brasil, a Bolívia não é uma nação federativa, onde, por exemplo, os governadores de cada departamento gozam de autonomia econômica e administrativa. Os governadores que no país vizinho, são chamados de prefectos são eleitos indiretamente, por indicação presidencial.
Cada departamento da Bolívia fica à mercê da capital, La Paz, que exige de cada região a maioria dos Royalties das riquezas exploradas, ficando para estes somente as migalhas para investimentos em setores como Educação, infra-estrutura e etc. A guerra dos departamentos de Santa Cruz, pólo econômico da Bolívia, e acabar com essa situação, requerendo que os dividendos das riquezas produzidas naquela região sejam em beneficio exclusivo da população crucenã.
O convívio com esta modalidade de esfoliação veio se tornar insuportável, depois da Assumpção do governo do Movimiento Al Socialismo – MAS, partido que é regido pelo populista Evo Morales. Com o coca leiro na presidência, a crise emergiu. A tentativa de ele impor uma Nova Constituição que impôs diversas e duras medidas contra os interesses, principalmente, das regiões da Media Luna, (Santa Cruz, Beni, Pando, Cochabamba (estado de população colla), Sucre (também de população colla)) fez com que qualquer dialogo possa ser admitido.
Enquanto, o mundo se sensibilizou quando o primeiro indígena americano chegou a uma presidência, se esquece de que por trás dessa face existe outra que, internamente, é a causa da futura desintegração de um país. Não há volta para o Cambas, e os movimentos cívicos que querem a independência, e hoje a luta deles não é para derrubar Evo do Poder, mas para fugir de sua ingerência nefasta.
Para os Cambas o governo de Morales é ditatorial, e se fundamenta, nos preceitos do Todo Poderoso Hugo Chavez, que é reconhecido pela sua intromissão nos assuntos bolivianos. Essa postura que é muito criticada pela oposição, e pelo lado governamental, é tida como apoio irrestrito do venezuelano populista é um dos outros indícios de que qualquer conversa de pacificação será truncada.
Apoiado por Chavez, Evo não recua, insiste em não aceitar a autonomia governamental e econômica de cada departamento. Do lado, do presidente, a assessoria tenta induzir que a oposição de que quer derrubá-lo do Poder. Partidários do MAS reiteram de são vítimas de movimentos oposicionistas de oligarcas, mas esquecem que por trás desses movimentos representativos há toda uma nação camba, que não mais se identifica com o que hoje se chama de Bolívia. A cada hora que passa, cresce a chama da independência dos moradores da Media Luna.
As mortes em Pando, as ameaças de cerco a Santa Crus por milícias comandadas pelo presidente, são somente uma mostra da disposição desse sentimento de segmentação. Os cambas não se identificam com a Bolívia de Morales e Evo, que por sua, parte, não está nem aí para tentar resolver pela via pacifica, e seu discurso do que se pode descrever como do Novo Socialismo Moreno, fica preso a algo démodé e perigoso demais, e que o mundo não está enxergando no país ao borde da implosão.
Postado por Rocco Eduardo às 13:21 0 comentários
terça-feira, 10 de junho de 2008
Esses caras...
Tem cada uma...Primeiro queriam que Jesus Cristo fosse por Lei declarado a única divindade a ser reverenciada na capital, agora me aparece o deputado estadual, Válter Araújo, querendo a Bíblia Sagrada em versão manuscrita...É vexatória e gritante a falta de criatividade para elaborar projetos. Será que não há nada mais prático para o deputado inventar? Quem será que ajuda ele a ter essas mirabolantes idéias.
Bom...Antes de mais nada, digo que não tenho nada contra a fé. Contra a religiosidade, nem contra aqueles que se apegam a religião para viver no mundo. Mas acho que tudo deve ser dosado. A maluquice de querer uma Bíblia manuscrita seria até válida em outros ambientes, mas no Poder Legislativo, na Casa de Leis, há outros assuntos mais urgentes. Não é mesmo?
Postado por Rocco Eduardo às 07:37 0 comentários
quarta-feira, 4 de junho de 2008
A caserna não é a mesma...
A caserna não é a mesma...Se foram os tempos dos soldados durões e com pinta de Rambo. Hoje tudo é possível, e como se viu num desses programas de auditório do tipo apelativo, até casar homem com homem, a caserna está aceitando...Pelo menos é o que se viu na TV, quando dois militares se apresentaram diante da opinião píblica para escrachar um relacionamento amoroso.
Meus Deus! Como será que aquele velho general da época da ditadura deve ter ficado? Imagina?
Mandaram até uma patrulha para prender os soldados "rosas". O Exército virou chacota mesmo...rs
OK! Antes de cairem nos braços da PESADA LEI MILITAR um dos soldados 'rebelados' cantou, rebolou e fez um solo interpretando a cantora Cássia Eller...Foi o fim...kkkk
Postado por Rocco Eduardo às 13:30 0 comentários
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Domingo de campeões pelo Brasil
Palmeiras
Não deu outra o time do Parque Antártica foi mesmo o campeão paulista. Não deu chance para a Macaca de Campinas. - Palmeiras arrasou no jogo final e despachou a Ponte Preta no Pacaembu por 5x0.
Tosados
Por motivo da comemoração eufórica, os jogadores palmeirenses ficaram ‘tosados’. Ou seja, todos passaram pela máquina de barbear, e não ficou cabeludo com madeixas. Tudo em nome do grupo...
Sansão
Nem o melhor jogador do paulistão, o gringo Valdívia se salvou. Seus compridos cabelos cortados a zero deram lugar a um novo ‘look’ que foi comentado por próprios e estranhos.
Humano
Em entrevista o desabafo de Ronaldo, o Fenômeno, foi categórico. O jogador disse que estava mesmo arrependido do que chamou de um ato estúpido, no episódio que ele se envolveu com três travestis na semana passada, e que o fez parar na delegacia e em diversos noticiários pelo mundo.
Humano I
Ronaldo disse que era humano, e cabível de defeitos, e deslizes. Disse que sentia muita vergonha, e, inclusive, acha que sua trajetória de craque incontestável foi manchada para sempre.
Humano III
Reconheceu, no entanto, que no episodio com os travestis foi uma vitima, e alertou que tudo não passou de uma tentativa de extorsão, ao qual ele não cedeu.
Outros campeões
Outros campeões que alçaram a taça pelos Estados do Brasil afora, além da Palmeiras no Paulistão 2008, foram o Cruzeiro em Minas Gerais, comandado pelo aríete Marcelo Moreno, que como de costume deixou sua marca na final contra o arqui-rival, o Atlético Mineiro. O um a zero foi suficiente para que o time azul deixasse o time atleticano na espera pelo título.
Outros Campeões I
No Ceará quem deu as caras foi o Fortaleza que não deixou nenhuma dúvida na decisão contra o Icasa. O time da capital mais uma vez tirou proveito do peso da camisa, e conseguiu o bi-campeonato.
Outros Campeões II
No Rio Grande do Sul, o título foi para os Colorados que derrotaram o Juventude pelo elástico placar de 8 gols contra 1. Na Bahia, deu Vitória. No Paraná, deu Coritiba, no Rio deu Flamengo, em Goiás, deu Zebra, e o Itumbiara foi campeão em cima do time de Caio Júnior.
Postado por Rocco Eduardo às 06:56 0 comentários
domingo, 13 de abril de 2008
Rosa Muda
Um dos mais ativos membros da Academia Rondoniese de Poetas - ACARP, o amigo, Paulo Rogério, transformou uma ocorrência policial, numa crônica poética de profunda reflexão...Paulo fala do homem agricultor, que fora assaltado por bandidos na zona rural de Porto Velho. No ataque, a vítima reagiu ao assalto e foi violentamente reprimido. Na ação os malfeitores, quase o mataram. O dexaram sangrando...Seus dois olhos foram arrancados à faca...
Rosa Muda
Escuridão,
Sei que agora serás minha eterna companheira. E é para você que desabafarei tudo que sinto...
Escuta comigo o piar dos pintos, o latido do cachorro Tubarão, - meu amigo de trecho.
- E esse vento cigano...Sabe escuridão? Trabalhei bastante por ali, não sei onde.
-E esse trecho do roçado, eu fazia todos os dias, até de olhos vendados. Mas agora, não sei nem a direção!
Essa terra dele eu virava, roçava e capinava. Depois semeava para fazer produção. E essa mesma terra, e a mesma terra, é a que caio hoje de cara, costas e joelhos.
Como doem meus ralados cotovelos, Escuridão!
Ainda moço fiquei por esse mundo de Deus, mas vagabundo jamais me tornei.
Eu sempre trabalhei na roça, matei muita muriçoca.
Escuridão! Também desde cedo tiraram-me tudo!
O tempo levou-me a mocidade. O patrão: minhas forças. O ser humano: a confiança!
Escuridão. Hoje...Hoje estou destroçado!
Por ser uma pessoa humilde
E no momento, eu que fui assaltado. Quase nada tinha nos bolsos.
A não ser alguns trocados.
Então levaram-me os olhos!
Essa vida dura da roça, fizeram-me um homem que reclama, age!
Mas escuridão, a luz dos olhos!?
Se fosse só isso, Escuridão! Eu não falaria para você. Mas a minha tristeza é maior por causa da minha nega Maria Rosa, que não tem o dom da fala. E a saúde dos ouvidos.
Ela todas as manhãs e noites, dizia que me amava, com os gestos de suas mãos. E eu também aprendi a dizer “te amo”, também gesticulando.
Mas hoje...
Hoje sou triste!
Sou triste sem minha visão. E fiquei mais triste ainda por saber que ela continua falando “eu te amo” para mim.
Só que agora o surdo sou eu. Pois porque não vejo, agora, também não escuto o “eu te amo”.
Escuridão você sabe, ela fala com as mãos...Se eu pudesse chorar...
Levaram-me além da luz, minhas lágrimas! Até isso conseguiram tirar!
Sabe Escuridão, eu estou perdido!
Pois conhecendo a natureza do homem, estou com pena de meu futuro: e que eu vou depender o resto da vida, da boa vontade deles.
Sabe Escuridão....Estou com pena de mim! E da Rosa, a muda de meu coração....E de meu jardim...das flores, de tudo!
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sexta-feira, 11 de abril de 2008
Mais uma discriminação e falta de respeito com Rondônia
Acho até justo a Globo ter sido obrigada a respeitar o horário correlativo as idades dos que assistem à TV. Mas na verdade, quem saiu perdendo com tudo isso, é muita gente em Rondônia (que gosta de futebol) que por causa do fuso horário não poderá mais assistir no meio da semana a alguma partida de futebol de campeonatos, tipo Libertadores da América, Copa do Brasil, e etc. Acho injusto! E digo mais isso é mais uma prova de discriminação para com o público do Norte! - Realmente, estão se lixando para nós.
Me pergunto, porque e que eles não mudaram a grade completa? Que se danem as novelas! Bem que elas poderiam ser gravadas e retransmitidas depois...Nem me importaria se fosse de madrugada. Fariam um bem para a Humanidade...Podem crer...
Mas ninguém liga para o Norte. Eles pensam que temos que acatar, e pronto...Afinal, o que importa é quem paga: patrocinadores e tal...O resto, nós os consumidores, temos que nós contentar a demanda, ou, seja, as benditas novelas, que são mais "importantes", porque, são líderes de audiência, e aquela conversa, de que o povo gosta mesmo do que não presta...
Mas até nisso, há um erro grave, a de substimar os gostos populares, e que se faz com uma naturalidade que assombra.
Postado por Rocco Eduardo às 08:47 0 comentários
quarta-feira, 26 de março de 2008
Filas e mais filas: Até quando vão respeitar o cliente
Se há uma coisa que irrita a pessoa, é fila nas agências bancárias. Os campeões de deixar as pessoas no limbo da espera são as agências da Avenida Presidente Dutra, do Banco Estatal, e também de um banco privado na Avenida Sete de Setembro com a Presidente Dutra.
Outro lugar infernal é a agência localizada entre a Avenida Calama e a Salgado Filho. Lá, meu amigo, se você esperar uma hora na fila está no lucro! - Pode acreditar...É um verdadeiro desrespeito ao cidadão que paga pelo serviço, e muito bem!
As instituições financeiras foram as que mais lucraram nestes dois últimos anos. O superávit é tanto que a prestação de serviço deveria ser ótima e sem nenhuma reclamação do cliente.
Hoje mesmo, o Rondonoticias foi acionado, e um dos penitentes, denunciou que agora pela manhã, uma quilométrica fila no Banco Real estava causando verdadeiro furor. Tinha gente se descabelando, e com vontade de esganar qualquer gerente que se lhe pusesse em frente. – Não é à toa que um desses dias de cão, o colega, jornalista Alexandre da Seapen, acabou sendo até detido, quando teve um chilique numa dessas agências, que mais parecem à ante-sala do inferno.
Postado por Rocco Eduardo às 07:41 0 comentários
terça-feira, 18 de março de 2008
Crônicas de um Enferrujado
Voltei das férias...Para os menos informados não estive em nenhuma praia do Caribe, e não deu nem tempo para fugir dos credores. Fiquei por aqui mesmo. Me desliguei um pouco do cotidiano: - Cassol, Neodi, Alexandre Brito, Sobrinho ficaram para trás por pelo menos 4 semanas. Mas estou de volta... O lombo já ta doendo. A escoliose ataca e são 17:00 horas, apenas mais uma hora para tocar a corneta do Flinstone e sair correndo para ver a Villlmaaa!!!! Até amanhã, se Deus Quiser...
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Navegando na Rede de Internet
Navegando na Rede de Internet, eis que hoje me deparei com o texto de Luis Roberto Alves um dos membros da ALAIC - Associação Latino Americana de Investigadores da Comunicação - e por suposto, um dos destacados cientistas desta área, da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo Brasil falando do colega, o maestro, Marcelo Guardia Crespo, que em bom tempo foi o meu tutor que ajudou-me na defesa de minha tese de licenciatura. Confesso que me senti muito orgulho de ler sobre meu mestre. Leia:
Um lugar para ver o campo de forças das culturas bolivianas - Por Luiz Roberto Alves
Um trabalho sobre a música do povo boliviano que permite penetrar no coração dos conflitos em torno das culturas e do modo de produzir comunicação na Bolívia. Este é o legado da obra de Marcelo Guardia Crespo, agora em segunda edição. Tive oportunidade de orientar sua criação quando texto acadêmico, apresentado ao final do curso de mestrado em comunicação social do então Instituto Metodista de Ensino Superior, hoje Universidade Metodista de São
Paulo. Ali começava o meu conhecimento sobre a música andina, que respirava na pesquisa do Marcelo buscando dar respostas a problemas candentes de comunicação social e conflitos de interpretação vistos e vividos pela sociedade boliviana. O autor, tendo em mãos a matéria musical posta na corrente do uso popular, sabia desde o início da pesquisa que teria de enfrentar questões antigas e sérias: os sentidos da recepção pública, os conflitos em torno da pureza e da impureza do tratamento musical e seu uso, os valores sócio-políticos imbricados nas novas modalidades da música de extração andina e popular.
De qualquer modo, não temeu posicionar-se. Na reflexão histórica pôde fazer ver a inconseqüência de se defender a pureza da música tradicional no contexto das enormes mudanças sociais, visto que o rosto da música reflete a condição humana no seu próprio movimento social. Na medida em que tivemos de conviver por séculos com o processo de colonização, temos de encarar a sua força e sua penetração cultural em toda a produção
cultural. Ademais, folclore defendido é folclore morto. Música posta na corrente da vida concreta das populações será sinal dos seus modos de produção cultural na sociedade real, possível.
Já na análise dos festivais e do projeto musical dos Kjarkas o professor Guardia Crespo viu a presença e a ausência, a mescla e o espírito das culturas bolivianas. Viu as mudanças e as adaptações, mas também as diferenças entre o espetáculo massivo produzido e os ritmos da vida que tangem a música popular boliviana. Passado e presente se reordenam e talvez nem se hibridizem, mas produzem antenas para a melhor compreensão dos nossos encontros e desencontros culturais, que também são políticos. O autor nota bem essa realidade no painel das interpretações conhecidas do fenômeno musical boliviano, cuja presença, ela mesma, já mostra os conflitos culturais.
Por isso, esclarece em sua conclusão: "Así como acontece com todas Las manifestaciones del campo cultural, la música en Bolivia puede verse como un espejo de relaciones que, en níveles económicos y politicos, ocurren en el país. Toda la diversidad de producciones musicales, vinculadas o no al mercado, muestran lo que está pasando con los grupos sociales en su lucha
por conquistar espacios en la sociedad".
Aproximar-se do livro de Marcelo Guardia é acercar-se dos projetos comunicacionais e culturais bolivianos, quer seu amálgama histórico, quer seu conflito de interpretações e sua fruição. Aproximarse também do momento político do país, entendido como um campo de forças em que
direitos históricos, negações, desejos e necessidades se traduzem no jogo simbólico das culturas postas em dúvida, mas ativas em seu projeto de afirmação.
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terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Férias adiadas
O governador Ivo Cassol já deveria estar de férias. Interrompeu a programação para ir à Brasília tentar deter que ainda haja a cobrança da Dívida do Extinto Beron. Enquanto, em ares menos rarefeito, aqui na capital, o clima chuvoso, até passou...Mas as ruas continuam esburacadas, o transito cada vez mais caótico e as pessoas cada vez mais individualistas.
Marasmo
O ano começou lento. Um marasmo total. Parece que nada de novo há no front...Tudo é dejavú. A chuva, as inundações... Parece que já vi esse filme.
Porto Velho e sua cara
Porto Velho muda. Pelo menos pelo alto, e para a alta classe. Vejo cada vez mais edifícios suntuosos sendo construídos, supostamente pela iniciativa privada. Mas até disso eu duvido...Se fosse antes diriam que é dinheiro do garimpo. Como o tempo do ouro acabou, se pode dizer que é coisa da “lavagem de dinheiro”...Mas não me perguntem de que, afinal são tantas cositas que nós fazem pensar.
As ruas são as mesmas
O cheiro de Porto Velho não muda. Esgoto a céu aberto, ruas desplanejadas, esburacadas, lamacentas. Parece década de 70 na capital do estado mais ao oeste que todos.
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sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Dê a Gonzalez o que é de Gonzalez
Espero que a desistência do meu amigo jornalista Rondineli Gonzalez de atualizar seu blog seja apenas uma decisão momentânea ocasionada pelo imenso stress que às vezes se deposita sobre nós os comunicadores sociais.
Ao longo destes tempos me acostumei a acessar o Blog do Rondineli. Li ali sobre muitos assuntos. Vi muitas observações dele. Projetou seu jeito e sua maneira de escrever, e passei a admirar seu estilo. Claro está, que em muitas ocasiões, não concordei com ele. Mas sempre preservei isso para comigo. Algumas vezes até divulguei algumas notas, reproduzindo-as no Rondonoticias, e até neste espaço.
Alguns tentaram até, por comentários de que intitulei de “Intenções de Matildes”, querer nos confrontar. Mas nada disso, houve, - ainda bem. Gonzalez é Gonzalez, e dê a César o que é de César, - e não se metam conosco!
Um dos artigos que mais gostei e que tenho lembrança foi aquele que ele reclamava das filas no Banco do Brasil. Os que não gostei não revelarei, mas direi a ele na base do “face to face”, ‘capisto’!
Espero que ele repense a decisão de se afastar da vida de blogueiro. Há espaço para todos. Contudo, a melhor coisa é quando a competitividade se dá entre os bons e o blog dele fará falta!
Eu cá, vou ainda insistir um pouco por pura teimosia, pois de vez em quando atualizo o meu. Mas, ainda estou aprendendo dos bons, para um dia ser melhor...
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Gosto de Reveillion na boca
Depois do Reveillion eis a labuta. Passadas as festas do fim do ano, só posso me contentar que ao menos estive reunidos nestas datas comemorativas com pessoas amadas e que me fazem muito bem. No Natal, estive com familiares, pais, irmãos, tios e primos, e no ano novo, como amigos estreitos, e a novel esposa. Tudo uma maravilha, diante de um ano que passou e que não foi tão fácil de digerir. Apesar de tudo não ter sido flores, consegui pelo menos dizer que 2007 teve saldo positivo...Como quero ser otimista!!!
Espero que este ano seja bastante bacana. Que tudo corra bem para os que merecem. Que pelo menos alguma vez, alguém que mereça mesmo passar bem, - realize esse feito. Já estaria de bom tamanho, PELOAMORDEMEUSFILHINHOS!!!. Acompanharia de camarote a felicidade e seria cúmplice desse cristão. Afinal, todos somos filhos de Deus, e não só uns poucos merecem comer caviar, - que aliás nem gosto, mas uso qui como forma de expressar meu enojo diante da injustiça justificada.
Que em 2008, tudo seja bom realmente para os que trabalham, e mau para os perniciosos, prequiçosos, os vagabundos, nécios, malandros, os aproveitadores, que vocês nem precisam saber quem são, porque são tantos que não caberia no cíber espaço, nem neste blog. Um abraço! E bom 2008 para você que merece meu chapa!
Postado por Rocco Eduardo às 07:46 0 comentários
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
DISCRIMINAÇÃO?
Não sou muito de perceber, nem me preocupar com publicidade paga nos jornais e na TV. Mas a propaganda da Assembléia que aparece nos jornais locais da campanha publicitária “Terra de Rondoniense” está sendo alvo de reclamações. Outro dia um amigo da Paraíba observava que em nenhum momento a tal propaganda que mostra diversos tipos de pessoas de diferentes regiões apresentou até o momento algum nordestino estampado na divulgação. Ele está revoltado, acha que é uma injustiça com os cearenses, piauienses, paraibanos, pernambucanos, uma gama de migrantes que colonizaram várias cidades de Rondônia e do Norte do País.
Até francês...Assim não dá!
Hoje, mais atento às observações do amigo percebi que ele tem razão. Eu também não ví nenhum nordestino de nascimento, rondoniense de coração, na campanha publicitária. Fiquei mais surpreso ainda quando no Jornal O Estadão do Norte estava a imensa foto de “Roberto Casenave, francês de nascimento, rondoniense de coração”. Com isso agora exijo, que a empresa de publicidade responsável bote lá os devidos pioneiros bolivianos, peruanos, e todos os nordestinos como ser paraibanos, cearenses, alagoanos e etc. – Que sacanagem é essa com todo esse povo moreno e faceiro?
Postado por Rocco Eduardo às 06:51 0 comentários
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Carro popular
Quando vejo que os deputados estaduais estão querendo receber cada um uma luxuosa caminhonete para poderem viajar nos recessos parlamentares à suas bases eleitorais, não concebo outra coisa que lembrar do sincero vereador Hermínio Coelho (PT), na oportunidade quando assumiu a presidência Câmara Municipal, reclamava das proporções de ganhos recebidos pelos parlamentares estaduais contra o que ele recebia com vereador. Naquela ocasião, Hermínio brincou: " se sair com um carro popular depois de completar meu mandato, me dou por satisfeito!"
Violência
A violência impera na capital, Porto Velho. Ela se apresenta em cada esquina, cada curva, a cada minuto. A morte do empresário Electo Azevedo é mais uma prova de que estamos “desprotegidos”....
Violência
Hoje em dia dirigir na cidade é uma verdadeira aventura. Motoristas psicopatas tomaram conta. Acho que bater na tecla de que o trânsito está um caos uma boa. Mas há gente querendo se aproveitar da situação para mostrar seu ‘lado negro’, transformando-se em verdadeiros kamikazes ao volante. –Um verdadeiro perigo para os que ainda são motoristas pacatos.
Tipinhos
Olha não tenho nada contra crentes, mas acho que esse pessoal deve se tocar. Tomar um chá de semancol, de vez em quando. Essa gente que ‘posa de santinha’ às vezes se torna irritante, com a bíblia debaixo do sovaco, e o discurso escatológico na ponta da língua pronto para ser disparado. Gente conservadora, quadrada, que não respeita o espaço dos demais.
Tipinhos II
Se você acha que estou pegando pesado, experimente morar ao lado de uma igreja dessas de cantoria e louvação aos berros e gritos. Meu irmão é para ficar doido... Eu tenho um amigo, que sofre muito com a cantoria todos os santos dias, das 19:00 até as 22:00. Gritos, exclamações, para louvar Deus são válidas, mas temos que respeitar os vizinhos, se não cómo vamos conviver juntos os cristãos de todo segmento religioso? - cómo meu caro fariseu?
Postado por Rocco Eduardo às 12:41 0 comentários
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Meio sem paciência
Ando meio sem paciência para atualizar o blog. Por isso mil desculpas a quem por ventura acessar. Prometo, no entanto, mudar isso, e adquirir o hábito de ser um cronista para que todos os dias haja alguma situação que valha com certeza a pena mencionar, e sobre que dizer para o debate.
Ruas e Avenidas
Ontem, tive que trafegar pela sinuosa Rua do Algodoeiro. Confesso que percorrer aquele via que cruza três bairros de Porto Velho é um verdadeiro Via Crucis. Uma aventura de doido. Buracos, atoleiros, verdadeiras crateras inundadas com águas imundas e lamacentas. Cenário de Dante diante de mais de R$ 600 milhões que foram prometidos pelo governo federal para esta capital.
Espírito natalino
A quase uma semana do Natal, eu somente espero que o espírito natalino invada os corações daquelas pessoas que mal me querem. Elas sabem de quem estou falando...Espero que para “essas” gentes a iluminada sabedoria toque suas almas antes que seja tarde, porque como se diz no refrão: um dia é da caça outra do caçador...
Revanchismos
Este ano espero que o mundo seja mais tolerante. Que pelo "amordedeus" haja menos hipócritas... Que os homens deixem de ser fundamentalistas. Que acreditem na humanidade, não no envoltório. –Que percebam que a compreensão é a inteligência de aceitar as diferenças, para que não sejamos os talibãs fundamentalistas e criemos ódios sem motivo que não levam a lugar nenhum.
Deus
Acho que Deus deve deixar de ser “usado” para que muito idiota radical tente impor suas idéias. Abaixo para sempre a modernidade que nos quer exigir um ponto de vista. Nada disso deve ser tolerá-lo, - jamais deverá ser acobertado. Cuidado com as religiões e os falsos profetas que querem nos vender um 'deus solução' em doses homeopáticas. Morram os intolerantes, -míopes, -que enxergam no obscurantismo puritano de seitas e religiões uma forma de se limpar da hipocrisia. São uns frustrados,tementes de um inferno que não existe...Só na cabeça do imbécil, mesmo!
Tipinhos
Devem ser sinceramente combatidos, os intolerantes, tipinhos que andam a bíblia debaixo do “sovaco”, se preocupando de sua bolha de purificação etérea, que nada mais é do que camuflagem para uma alma envolta em negro pesar. Tristes e amargurados, rejeitados, se lançam contra tudo e contra todos, porque a cegueira lhes impõe a condição vilã de querer opinar sobre a vida dos demais. Falsos...Fariseus que se tivessem Jesus a sua frente o venderiam para o sacrifício n altar do Cordeiro, como sempre o fizeram, para todos os Illus Tempore da vida.
Liberdade
Deixem a liberdade para aqueles que sabem viver, e tem a inteligência de respeitar o próximo, que odeiam a hipocrisia, e lamentam a dor de um mundo famigerado, onde se há de conviver com idiotas, os farsantes, os soberbos, os mentirosos, mandraques da vida...
Postado por Rocco Eduardo às 13:45 0 comentários
Quem sou eu
- Rocco Eduardo
- Jornalista, formado em Comunicação Social e pós-graduado em Jornalismo e Mídia.Atual Editor do Site Rondonoticias. Escreve a Coluna Esportiva "Na Marca da Cal" no mesmo site e é membro fundador e ativista da Academia Rondoniense de Poetas - ACARP.
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